O Jacó é um simpático restaurante com uma cozinha bastante criativa. O cardápio enxuto sugere o compartilhamento dos pratos. Éramos quatro, e o Guilherme, responsável pelo nosso atendimento, recomendou que seis pratos seriam suficientes. Como obediência é meu nome do meio, escolhemos: pãozinho da casa com azeite Sabiá, crudo de peixe, crudo de carne, fideuá de mexilhão, dumpling de cogumelos e porquinho glaceado. Para sobremesa, optamos pela “rabanada”, um brioche com café e leite de ovelha. Antes dos elogios, duas considerações: pimenta não é o meu forte e estava marcante no dumpling e no crudo de carne; além disso, a falta de tratamento acústico torna desafiador manter uma conversa numa mesa de quatro pessoas. Voltando ao que interessa, o crudo de peixe, o fideuá e o porquinho estavam excelentes. O drink de coco, angostura e cachaça também foi um destaque. A sobremesa fechou a refeição com chave de ouro: interessante e saborosa.